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Líder russa inicia operação no Brasil


A empresa SearchInform, desenvolvedora de soluções de segurança da informação, anunciou a abertura de escritório de representação em São Paulo, no mês de fevereiro.  A empresa, que considera o Brasil um mercado promissor para a promoção de suas soluções de software de segurança da informação, planeja disponibilizar às organizações locais três produtos de seu portfólio: o sistema de proteção contra ameaças internas “SearchInform DLP + Forense Suite”, o sistema de monitoramento e análise de eventos de segurança “SIEM SearchInform” e o sistema de monitoramento de tempo de trabalho “TimeInformer”.

Só nas primeiras semanas de atividades, a empresa recebeu cerca de 15 solicitações para realização de demonstrações e teste dos sistemas. O presidente do conselho de administração da SearchInform, Lev Matveev, chegou a declarar que não era correto chamar a solução CSI SearchInform simplesmente de um sistema DLP, pois as possibilidades do produto vão muito além do conceito clássico de DLP, e que isso, às vezes, confunde os clientes.

“Estou certo de que a experiência e a expertise da SearchInform ajudarão nossos clientes a construir um perímetro de segurança confiável e a proteger suas organizações de ameaças internas e externas no âmbito da segurança da informação”, diz o diretor-geral da SearchInform no Brasil. Hoje, a SearchInform está em cooperação com cinco integradores da América Latina, sendo dois no Brasil. Além disso, planeja realizar em 2018 o primeiro Road Show SearchInform na região e expandir a sua rede de parceiros. Confira a entrevista completa:


Vladimir Prestes é diretor-geral da SearchInform no Brasil?

Por que a SearchInform considera o mercado brasileiro promissor para a promoção de suas soluções de software de segurança da informação?
A SearchInform considera o Brasil um mercado muito promissor pois as empresas brasileiras estão interessadas em proteger dados confidenciais e as informações pessoais de seus clientes. O alto índice de vazamentos de dados confidenciais das empresas, o tema corrupção sempre em pauta e a vantagem técnica de nossa solução em comparação com concorrentes tornam o país um mercado estratégico para os negócios.

Quais são os desafios que a SearchInform espera enfrentar no mercado brasileiro?
O principal desafio é a falta da infraestrutura para armazenamento dos dados coletados do lado dos clientes finais. Além disso, a falta da cultura brasileira em fazer investigação e prevenção de dados e do fator humano nas empresas por meio da prevenção constante.

Como a solução CSI SearchInform previne o vazamento de informações sensíveis das empresas, já que as possibilidades do produto prometem ir além do conceito clássico de DLP?
Acima da DLP clássica que é feita, tecnicamente, somente para impedir a saída da informação confidencial fora do ambiente corporativo (lógico que também fazemos esse trabalho). Nós entregamos aos nossos clientes uma solução que possibilita a coleta da uma quantidade grande dos dados (e-mail, mensagens, redes sociais, nuvem, USB/pen drive, uso de aplicativos/programas, áudio, vídeo, captação da tela e etc.), possibilidade de aplicar vários algoritmos sofisticados de busca para extrair a informação necessária e assim efetuar investigações profundas e fazer o trabalho constante de prevenção.

De acordo com o relatório da Segurança Digital, da DFNDR Lab, houve crescimento de 44% de ciberataques no país, em um período de 2017, sendo os principais malwares, phishing e ransomware, este último responsável por deixar o Brasil entre os 20 países mais atingidos no ano passado. Esses dados revelam que o Brasil é muito vulnerável a ataques de cibercriminosos. Na sua opinião, isso se deve a uma carência de profissionais em segurança da informação, no Brasil?
Sim, mas esse é apenas um dos motivos. O principal motivo é que no Brasil não tem costume de fazer trabalho de segurança por meio da prevenção constante. Não é da cultura do país. A grande maioria dos ciberataques sucessivos acontece quando há alguma pessoa dentro da empresa que dá apoio aos criminosos. Identificar essa pessoa com antecedência e não deixar chegar ao ponto de cometer um crime é a verdadeira solução para proteger uma empresa.

Além dos investimentos em tecnologia e treinamentos de colaboradores, quais outras medidas e estratégias devem ser adotadas pelas empresas, para combater novos ataques e evitar serem vítimas?
Trabalho constante de prevenção. O trabalho de segurança deve ser feito continuamente, pois só assim uma empresa consegue reduzir ao máximo riscos de prejuízos financeiros devido a ciberataques e ações ilícitas dos funcionários.  Leia a revista
Editorial, 05.MARÇO.2018 | Postado em Entrevista

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