Continuidade operacional transforma a TI em pilar do negócio
Em operações críticas, onde cada minuto de indisponibilidade representa perda direta de receita, a tecnologia deixa de ser apenas suporte e passa a ocupar um papel central na estratégia do negócio. Essa foi a transformação vivida pelo Grupo de Postos Ravanello (Postos de Combustível), após a reestruturação de sua área de TI em parceria com a MS Tech.Com unidades operando de forma contínua e um modelo de negócio dependente de sistemas, conectividade e estabilidade, a rede enfrentava desafios típicos de empresas em expansão. Quando Marcelo Vizentainer, atual Gestor do Grupo Ravanello, chegou na empresa, notou que o modelo de TI existente não acompanhava a criticidade da operação.
“Quando eu cheguei, nós tínhamos uma equipe grande, mas muito focada em desenvolvimento. E uma empresa como a nossa precisa, antes de tudo, de sustentação. Nós operamos 24 horas por dia. Se a infraestrutura não for sólida, o negócio simplesmente para”, relatou o gestor.
Antes da parceria com a MS Tech, a área de TI atuava de forma reativa, sem dados consolidados que apoiassem decisões estratégicas. Não havia clareza sobre volume de chamados, causas recorrentes ou gargalos operacionais. “Quando você pergunta quantos chamados existem por dia, por horário, por setor, e não tem dados estatísticos, você não consegue tomar decisões. Você não sabe se o problema é equipamento, internet ou processo. E quando não se mede, não se controla”, afirma Marcelo.
Assim, esse cenário resultava em paradas constantes, custos elevados e baixo retorno. A estrutura era desbalanceada, com alto investimento e pouca previsibilidade operacional.
A mudança começou com a clara decisão de tratar a tecnologia como parte do negócio. Mais do que um fornecedor, a MS Tech passou a atuar como parceira estratégica, compreendendo a fundo o modelo operacional da rede. “Uma das coisas que mais nos ajudou foi a capacidade da MS Tech de entender o nosso negócio. Eu não posso parar. Eles não atuam apenas como prestadores de serviço, mas como parceiros estratégicos. Têm visão sistêmica, maturidade técnica e entendem a operação”, destaca o gestor.
A reestruturação envolveu a modernização completa do data center, migração para ambientes virtualizados, fortalecimento da segurança da informação, revisão de processos e implantação de planos reais de contingência.
Um dos episódios mais emblemáticos dessa transformação ocorreu quando uma unidade ficou sem energia após um acidente externo, como compartilhado por Vizentainer: “Um veículo bateu nos fios e arrancou a energia. Antes, isso significaria parar tudo. Mas nós simplesmente pegamos a equipe, fomos para um hotel próximo e continuamos operando. Em cerca de uma hora, estava tudo funcionando. O cliente nem percebeu que havíamos mudado de local”. Segundo ele, essa capacidade só foi possível porque a contingência deixou de ser teórica e passou a ser testada e validada.
Outro avanço foi a revisão dos processos de backup, que antes existiam apenas no papel. “Nós tínhamos backup, mas quando fomos olhar, eles não estavam sendo feitos da forma correta. Se precisássemos restaurar, não teríamos integridade. Hoje, temos ambiente de teste, validação e alertas automáticos. Se algo falha, a equipe é avisada imediatamente”, explica.

Imagem: Divulgação
Marcelo Vizentainer, Gestor da Rede de Postos Ravanello.
Com a infraestrutura estabilizada, a tecnologia passou a impulsionar ganhos de eficiência, dessa forma, a parceria evoluiu para projetos de automação e uso de inteligência artificial em processos antes considerados impossíveis. “Automatizamos um processo que reduziu de cinco dias para um dia o tempo de emissão de boletos, por exemplo. Usamos robô, IA e integração de sistemas. Tecnologia não é custo. Quando bem aplicada, ela gera resultado direto”, ressalta Marcelo.
Um recado para empresas que ainda veem TI como custo
Ao olhar para outras organizações com operações críticas, o gestor é direto: “A TI não aparece quando tudo funciona. Mas basta um sequestro de dados, uma queda de sistema ou uma invasão para perceber o prejuízo. Hoje, tecnologia faz parte do negócio. Não existe empresa sem tecnologia”, alerta. Assim, para ele o aprendizado é claro: “Forme um time forte, com especialistas. Primeiro sustentação, depois desenvolvimento. Os dois caminham juntos. Se você vê tecnologia apenas como custo, você está olhando errado. Tecnologia bem estruturada traz resultado”.Mais do que um case de sucesso, a experiência do Grupo Ravanello demonstra que infraestrutura sólida, processos bem definidos e uma visão estratégica de tecnologia são aplicáveis a qualquer empresa que opere com sistemas críticos e não possa interromper suas atividades. Segurança da informação, continuidade operacional e eficiência deixam de ser temas técnicos e passam a ser fatores diretos de competitividade.Em um cenário cada vez mais digital, distribuído e exposto a riscos, organizações que investem em sustentação, prevenção e inteligência operacional saem na frente. Para conhecer mais sobre as soluções da MS Tech basta acessar o link. Leia a revista