NAO HA REGRAS QUE CONTROLEM A GERAÇÃO Y


14/3/2016 |

Atire o primeiro frasco quem nunca ouviu falar da "Geração Coca Cola". Eles também foram jovens na década de 70 e 80. A rebeldia pulsante expressada em movimentos como o rock and roll foi responsável por trabalhos fantásticos que continuam sendo apreciados e que, provavelmente, se perpetuarão.

Aos poucos, essa geração, batizada de Baby Boomer, nos Estados Unidos - de pessoas que nasceram na década de 50 e 60 - foi dando espaço a outras mais conectadas como a Y e, agora, a Z. Se aqueles tiveram o privilégio de nascer no período da televisão, esses vieram ao mundo na era da banda larga, período em que é possível se conectar com os cinco continentes, sem sair de casa. E quando se trata de tecnologia da informação e comunicação, o que, para muito avô ou pai é bastante complicado, as crianças e os adolescentes tiram de letra.

Nada de rebeldia. O momento agora é de ficar ligado, de criar e de empreender, pelo menos, para grande parte dos jovens nascidos na década de 1980 a 1990 - a turma da chamada geração Y - e, na década de 2000 a 2010 - integrantes da geração Z. Mas de onde surgiram essas classificações? O administrador de empresas e autor do Best Seller Geração Y, Sidnei Oliveira, explica que não há base científica para os nomes. "Desde a década de 70, o marketing sentiu necessidade de segmentar o público consumidor. Primeiro com a divisão por classes sociais: A, B, C e D. Depois, com a classificação por faixa etária", diz.

Há uma série de explicações para a denominação geração Y. Uma delas é bem curiosa e remonta à história da filóloga e jornalista cubana Yoani Sánchez, que criou o blog Generation Y, em 2007. 

A também ativista social nasceu em Havana, em 1975, e, na juventude, notou que entre ela e os amigos nascidos na mesma década havia algo em comum: os nomes iniciados com a letra Y. Ao pesquisar, Yoani descobriu que o governo cubano definiu a primeira letra que deveria ser dada às pessoas nascidas em determinado período. Entre 1980 e 1990, a letra principal era a Y. A disseminação dessa história só foi possível porque Yoani criou um blog crítico ao governo cubano, que ganhou reconhecimento internacional. Em 2008, a página foi incluída na lista dos 25 melhores blogs do mundo pela revista Time/CNN. E, no ano seguinte, ela foi a única blogger a entrevistar o presidente Barack Obama. 

Para a geração Z, não há uma história como a da antecessora. Acredita-se que o termo surgiu porque é a próxima letra do alfabeto, ou porque faz referência a expressão "zapear" (ato de mudar rápida e repetidamente os canais de televisão em busca de algo interessante), ou ainda ao "Ctrl z" (comando do computador para desfazer ações). O certo é que o avanço tecnológico deu suporte ao surgimento de uma turma que não conhece o mundo sem internet. 

 "O pessoal da geração Y é mais ousado, tem questionamentos constantes e uma capacidade tecnológica muito mais intensa que o das gerações Baby Boomer e X", diz Sidney. Ele explica que a diferença entre a Y e a Z é sutil, mas já pode ser percebida: "a questão da conexão é muito mais intensa. São adolescentes que têm a internet como parte operante de suas vidas. Para o também administrador e emprsário alagoano João Kepler, de 46 anos e pai de um adolescente empreendedor, a galera das duas últimas décadas é mais antenada que conectada. "Eu participo do movimento Investimento-Anjo, convivo com investidores de várias faixas etárias e percebo a divisão. Os mais jovens buscam informação sobre como fazer, enquanto os demais são superficiais, não se aprofundam muito. São leitores de links e atualizadores de Facebook", opina.

CONEXÃO MAIS INTENSA
O último levantamento TIC Domicílios, realizado pelo Centro Regional para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic), comprova que as faixas etárias que registram maior proporção de acesso à internet são as das gerações Y e Z. Dentre os jovens com idade entre 16 e 24 anos, 87% já tiveram acesso a rede pelo menos uma vez na vida. Dentre os adolescentes (10 a 15 anos), 85% já tiveram acesso. Juntas, as duas faixas etárias contam com uma proporção de acesso 48% maior que a média nacional, de 58%. A pesquisa foi feita com base em depoimentos de 168,3 milhões de pessoas da zona rural e urbana, coletados entre setembro de 2013 e fevereiro de 2014. 

Já o TIC Kids, também feito pelo Cetic, mostra que mais da metade dos entrevistados (52%) fez a primeira conexão até os 10 anos, e que os aparelhos móveis são a principal fonte de acesso de crianças e adolescentes.  Ao todo, 82% dos entrevistados com idade entre 9 e 17 anos usam o celular para acessar a internet, 56%, o computador, 36%, o laptop e notebook, 32%, o tablet e 12%, o vídeo game. E de acordo com o último Relatório Anual de Tecnologia da Informação, realizado pela Fundação Getúlio Vargas, o país conta com 306 milhões de dispositivos conectados à internet, dos quais 154 milhões são telefones inteligentes e 152 milhões, computadores e tablets. 

O tempo de conexão também chama atenção. O alagoano e dono de uma startup, Davi Braga, de 14 anos, diz ficar o dia inteiro conectado: "No colégio onde estudo há um projeto em que tudo é feito pelo iPad". Ele diz não imaginar a possibilidade de ficar sem internet: "Precisamos da rede para tudo, para trabalhar e manter contatos. Acho que nem as gerações anteriores se acostumariam com a ideia". 

O programador Pedro Paulo Silveira, 19, até consegue ficar alguns dias sem internet. Mas, para desenvolver o aplicativo, que lançou em 2013, ele ficou conectado por sete dias seguidos, tirando apenas alguns intervalos para o café almoço e o descanso. "Conseguiria ficar alguns dias sem net, numa boa. Até porque, gosto muito de esportes. Mas não ficaria muito tempo sem conexão", diz. 

Para a psicóloga Juliana Cunha, coordenadora do canal de ajuda da Safernet Brasil, o tempo de acesso nem sempre representa um problema. "Costumamos esclarecer que, para avaliar se o uso da tecnologia está prejudicando o desenvolvimento de uma criança ou adolescente, não devemos estabelecer tempo de uso, mas também a qualidade do uso. O uso pode ser criativo, desenvolver capacidades, habilidades, agregar conhecimento, mas também pode ser empobrecedor. Isso tem que ser avaliado pelos pais". 

A pesquisadora também acrescenta que o importante para os responsáveis é avaliar em que medida o tempo de uso da internet interfere na realização de outras atividades. "É saudável quando não atrapalha outras fontes de prazer e de lazer da criança. O horário para a escola e para brincar deve ser preservado".

EMPREENDER É PRECISO
Tanta conexão também demanda novas profissões e impulsiona novos comportamentos. Há cada vez mais "startupers", gamers, youtubers e blogueiros, profissões ocupadas, em sua maioria, por jovens e adolescentes. Aos 12 anos, Davi começou a projetar o List-it, startup que já faz sucesso no país, mesmo tendo sido disponibilizada, até o momento, apenas para Maceió. O site foi lançado no final de 2014, vendeu 130 listas escolares e gerou um faturamento de R$ 100 mil. No momento, Davi diz que fechou parceria com uma grande loja nacional, já conta com cinco mil pessoas interessadas em ser correspondente do site e pretende disponibilizá-lo para todo o Brasil no próximo período escolar.

Além de CIO (presidente da própria empresa de TI), o garoto é palestrante e, frequentemente, orienta públicos de todo o país a empreender. Em agosto, ele palestrou para 80 crianças com idades entre 11 e 15 anos, no Startup Z, uma maratona de startups promovida em Minas Gerais. O evento foi realizado por uma ação conjunta entre o Instituto Nacional de Telecomunicações e o Sebrae. "Eu costumo dizer para a turma que está iniciando que este é o melhor momento para colocar os nossos sonhos em prática, sem medo de que algum possa dar errado. A adolescência é uma fase em que a nossa única responsabilidade é estudar, então, sobra tempo para apostar nos sonhos, para arriscar", diz. 

O pai, João Kepler, diz que no início foi complicado lidar com o sucesso do filho, com as entrevistas, os eventos, mas com o tempo ele percebeu a importância de tudo isso. "Para o momento do país, é muito importante ter alguém para servir de exemplo e ajudar outros jovens. Ele recebe muitas mensagens de jovens, no Facebook, perguntando sobre como fazer, e responde tudo. Às vezes demora, mas responde", lembra. 

O List-it foi pensado por Davi, mas desenvolvido por programadores contratados por ele, que hoje são sócios do negócio. "Meu pai foi meu mentor, me deu dinheiro para pagar a programadora, mas eu vou devolver a quantia. Não quero que pensem que eu só montei o negócio por causa dele. É como se eu tivesse tomado um empréstimo no banco", pontua. 

O baiano Pedro criou sua startup quando era um pouco mais velho, mais precisamente, aos 17. O Manual Hacker, criado por ele, ainda não gerou o mesmo faturamento que o List-it, mas, além de ter sido idealizado, foi também programado por ele. A ferramenta já trilha o caminho do sucesso.  O Manual Hacker já conta com as parcerias do Google, Facebook, Microsoft e da Locaweb. Ele também mantém parceria estratégica com a editora Ciência Moderna. O app foi baixado 140 mil vezes por usuários de 40 países, ganhou o terceiro lugar na Copa do Mundo Startup e o 12º lugar entre as melhores soluções de segurança, pelo Acelera Startup, da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). 

"Para mim é uma vitória. Eu sempre quis muito criar um aplicativo. O interesse de verdade em TI surgiu aos 10 anos. O gosto pela programação veio aos 15, no meu primeiro ano de curso técnico de informática do Instituto Federal da Bahia (IFBA). Como eu me interessava muito, procurei aprender mais do que me era passado em sala de aula. Consumia tudo que estivesse relacionado ao assunto - livros, tutorias e dicas de professores", conta. 

Pedro explica que a ideia do Manual Hacker surgiu de uma necessidade própria: "Eu queria fazer um teste de segurança para o meu celular, mas não achava nenhuma ferramenta com esse perfil. Criei uma para mim e, quando terminei, várias pessoas elogiaram e pediram para baixar. Então vi que era bacana. Fiz um manual científico sobre a solução, que me rendeu boas avaliações. A partir daí, decidi disponibilizar nas lojas de aplicativo. Em breve, estará disponível também para Windows Phone". No último dia 7, ele, que agora cursa Ciência da Computação, na Universidade Federal de Uberlândia, lançou uma extensão do aplicativo na web. Apesar de não revelar o valor do faturamento, Pedro diz que a receita da startup é razoável. 

THE SIMS: A VIDA É UM JOGO
Enquanto Davi e Pedro são apaixonados por startups, a cearense Anna Larissa Castelo Branco, 22, se enveredou para a área do game e da publicidade. Desde criança, ela disputava o videogame do irmão e só depois de juntar muitas mesadas comprou o primeiro Console, um Nintendo DSL. A estudante de publicidade e propaganda dedica, pelo menos, duas horas nos finais de semana para jogar. E isto, por causa das tarefas profissionais e acadêmicas: "Quando estou muito viciada em um game, passo oito horas ou mais sem pausa e chego a fazer refeições em frente ao computador". 

Além de usar adereços da tribo Geek - gíria em inglês que designa nerd, ou pessoa muito interessada em tecnologia e eletrônica -, a jovem dedica as horas vagas para jogar, ir ao cinema, assistir a séries e tocar violino. Programas comuns aos familiares, como aniversários, formaturas e casamentos não lhe agradam tanto. "Comumente dispenso eventos que considero chatos. E, se for indispensável, levo o Nintendo 3DS na bolsa pra prevenir", brinca. 

Engana-se quem pensa que tudo não passa de brincadeira para desocupado. O mercado de games cria quatro mil empregos e movimenta R$ 900 milhões de reais por ano no país. A indústria de videogame brasileira cresceu entre 9% e 15% nos últimos cinco anos e é uma excelente área de investimento, segundo a Associação Brasileira de Desenvolvedores de Games (Abragames). "Já ouvi muita crítica do tipo, nessa idade e ainda gastando dinheiro e tempo com esses brinquedinhos? Muitas pessoas ainda são tão céticas que não veem o quão rentável e promissor o mercado de games é, se falando de vendas virtuais, físicas, YouTubers que ganham muito bem produzindo gameplays e muito mais", acrescenta Anna. 

Em outubro do ano passado, Anna criou o blog e o canal no Youtube Console Cor-de-rosa que, juntos, registram 12 mil visualizações. Com dois meses no ar, o blog recebeu o patrocínio da Kipling (marca de bolsas e mochila) e agora tem mais dois apoios de uma marca de roupa e de um shopping center. Ainda não dá para manter o site com os patrocínios, mas desde os 17, Anna ganha dinheiro trabalhando como web designer. Além disso, ela se tornou apresentadora do programa televisivo Uplay, de Fortaleza e, recentemente, abriu uma empresa de web design: "Nunca falta trabalho para fazer", garante. 

Fluência em inglês? Avançada. "Com certeza absoluta, o game foi o meu maior professor de inglês, porque sempre me esforcei muito para entender a história, os diálogos e a relação do contexto que, nos jogos, estão sempre em inglês".

NEM TUDO SÃO FLORES
Como nada é perfeito, Sidnei Oliveira lembra que as gerações mais recentes, a Y e a Z, têm lá as suas falhas. O principal defeito da Geração Y, segundo ele, é a fragilidade. "Os veteranos da nossa geração desenvolveram uma criação muito mais protegida e mais cuidadosa do que a que eles tiveram. Em consequência, esses jovens têm dificuldade de lidar com frustrações, porque foram poupados ao longo da vida. Não querem renunciar a nada, e isso retarda as escolhas acertadas. Quando é confrontado de maneira mais séria, costuma paralisar. A maior reclamação dos gestores com relação a esses profissionais é a falta de comprometimento de muitos deles", opina. 

Na Geração Z, Sidnei diz observar uma fragilidade ainda mais intensa. "O jovem da Y brincou de pega-varetas. Hoje você tem um aplicativo para isso, que é muito mais fácil que o jogo tradicional e o substitui, porque os pais acham que as crianças podem se machucar ou agredir o amiguinho. A gente vive uma realidade sem consequência. Estamos criando uma geração muito frágil que, de alguma maneira, não se prepara para aquilo que vai ter que enfrentar na vida. A vida vai ter uma espetada no dedo, vai ter uma escolha de vareta errada. E tudo isso é preciso aprender desde a infância com relações que se dão em jogos como esse".

Outra armadilha relatada por ele é a superficialidade. "Hoje em dia, está tudo muito disponível na rede. Então, se você deixa de pesquisar informações, porque sabe que a qualquer momento que precisar irá encontrá-las no meio tecnológico, você deixa de formar repertório. Torna-se uma pessoa sem conteúdo", alerta.

uma nova versão de emPrego Em um dos seus livros sobre Geração Y, Sidnei, que também é consultor, palestrante e colunista da Exame, fala a respeito de uma nova versão de líderes. Para ele, as empresas estão mudando devagar o estilo de liderança. Saindo de um coletivo, com modelo piramidal, no qual alguém coordena e os outros obedecem, e partindo para um modelo colaborativo. "É um modelo mais social que respeita os talentos individuais, que é menos predador. Objetiva a flexibilidade, muito mais focado em resultado. Tudo isso é muito fácil de enxergar nas startups. Talvez seja um reflexo das relações cotidianas. Os jovens não têm uma hierarquia tão rígida em casa e nem na escola.

A relação de respeito e de hierarquia é diferente nesta geração em comparação à Baby Boomer, quando uma série de comportamentos eram impostos pelos pais, e por demais autoridades civis", aponta. 

Tanto Pedro quanto Anna sonham com um ambiente flexível de trabalho. "Eu imagino trabalhar em local semelhante ao que trabalho hoje, sem pressão, divertido, porque eu faço o que eu gosto. Não quero atuar numa empresa do estilo antigo, cheia de seriedade. Acho que a diversão deixa as pessoas mais criativas", opina Pedro. "Eu imagino um escritório bem "google" colorido e cheio de coisas para desestressar do dia a dia. Planejo poder viver do meu blog/canal, me dedico diariamente para que esse plano um dia dê certo. Caso contrário, quero investir na carreira de web design, área que também curto muito", diz Anna. 

Há quem defenda, inclusive, a ausência de horário e local fixo. É o caso do programador cearense, Yan Paulo, de 24 anos. "Quero trabalhar com boas pessoas, no sentido social e profissional, e em local físico onde a presença não seja obrigatória. Quero ser cobrado por resultados", relata o estudante de Ciência da Computação do Instituto Federal do Ceará. 

O diretor de relações institucionais da Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação, Sergio Sgobbi, lembra que características como flexibilidade, adaptabilidade e criatividade são valorizadas no setor de TI. "Essa área sempre teve características variadas de trabalho e tem produzido significativas mudanças no meio empresarial e nos ambientes de trabalho com adoção de formas de relacionamento e compartilhamentos virtualizadas, como Skype, Webex, Hangout e Whatsapp", complementa. 

"Sem dúvida as tecnologias mudaram os modos como as pessoas produzem. Novas plataformas favoreceram o uso mais autônomo. Isso é muito estimulante, faz com que as pessoas sejam mais criativas, inventem mais, criem soluções para problemas do cotidiano, para a mobilidade urbana, por exemplo. As tecnologias possibilitaram um trabalho mais colaborativo, e isso tem refletido nessa geração de jovens", opina a psicóloga Juliana. 

Nem todo mundo está preparado, no entanto, para a flexibilidade sonhada pelos jovens. "Ainda é preciso do modelo anterior de controle. A mudança ocorre lentamente, na medida em que os jovens chegam ao mercado", diz Oliveira. Um aspecto interessante ressaltado pelo autor é que, graças ao crescimento da expectativa de vida dos brasileiros, essa é a primeira vez em que cinco gerações interagem no mercado entre si. "Antigamente, uma pessoa com 55 anos estava com a saúde comprometida e saindo do mercado de trabalho, agora elas têm pelo menos 30 anos de vida pela frente e querem continuar trabalhando para complementar a renda da aposentadoria", opina.

A primeira consequência do aumento da expectativa de vida é a existência de profissionais que demoram mais tempo para sair do mercado de trabalho, o que compromete a contratação de novos profissionais e, consequentemente, a contribuição para o sistema previdenciário. A segunda, é o convívio com diferentes comportamentos, peculiares a cada geração, o que, muitas vezes provoca desgastes emocionais desnecessários. Buscar o equilíbrio é essencial para acabar com os conflitos. Em seu livro, Oliveira mostra que os jovens da Geração Y necessitam de referenciais baseados em valores e não em julgamentos e regras. "Nada é mais nocivo para eles do que os impedir de adquirir toda a intimidade possível com as tecnologias. Pais, gestores e professores também precisam rever os seus limites e esforçarem-se para aprender a lidar com as novas ferramentas. Respeitar decisões e focar muito mais no resultado do que em regras é a chave para uma relação empresarial saudável". 






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